“AutoStart Form” no Libre Office – Base

Iniciando um formulário automaticamente no Libre Office – Base

 

Para abrir formulário no Base ao iniciar siga os seguintes passos:

1) Segurança para executar macros ( isso pode ser uma falha de segurança, use por sua conta e risco ) :
Ferramentas -> Opções -> segurança -> [Macro security]
Escolha BAIXA (Não recomendado )

Criando macro no LibreOffice

Criando macro no LibreOffice

2) criar macro com o seguinte conteúdo:
Dentro de: SeuBanco.ODB / Standard / Module1 – clique em [EDIT] e salve o seguinte código:

SUB AbreFormulario
  Dim ObjTypeWhat
  Dim ObjName As String
  ObjName = "frmCliente"
  ObjTypeWhat = com.sun.star.sdb.application.DatabaseObject.FORM
  If ThisDatabaseDocument.FormDocuments.hasbyname(ObjName) Then 
     ThisDataBaseDocument.CurrentController.Connect()
     ThisDatabaseDocument.CurrentController.loadComponent(ObjTypeWhat, ObjName, FALSE) 
  Else
      MsgBox "Erro! Nome do firmulário usado. " & ObjName
  End if
End Sub

– Altere no código acima, o conteúdo da variável objName para o nome do seu fomulário;

3) Em Ferramentas-> Personalizar, na aba [Events] selecione “Open Document” e anexe a [Macro] que você acabou de criar  “AbreFormulario”

Autoexec Macro ao abrir

Autoexec Macro ao abrir

– Salvar, fechar o SeuBanco.ODB
– Reabra; O formulário deve começar automaticamente.

 

Conclusão:

Com esses passos, você pode agilizar o trabalho para os usuários do seu banco de dados nesse excelente ferramenta o Libre Office Base.

#susviela

 


Fonte:

https://ask.libreoffice.org/en/question/76828/how-to-autostart-a-form-by-default-at-odb-opening/

 

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LibreOffice: Base agora é Firebird

Logo Base - Pacote Libre Office

Logo Base – Pacote Libre Office

Sai o HSQLDB

entra Firebird

 

 

Conforme esse texto no site do pacote Libre Office ( https://www.libreoffice.org/ ) o novo motor incorporado ( embarcado ) para gerenciamento de banco de dados passa a ser o Firebird, e agora com o lançamento da versão 6.1  essa opção já esta disponível para ser adotada pelos usuários do pacote.

Base agora com Firebird incorporado

Base agora com Firebird incorporado

Os usuários do LibreOffice base estão sendo encorajados a mudar para o Firebird lançado com a versão 6.1, que se tornará o padrão, enquanto o motor de banco de dados HSQLDB incorporado – embora obsoleta – ainda estará disponível como uma alternativa.

A versão do Firebird 3.0 está agora embarcada no LO.

Mais informações técnicas sobre o uso desse novo recurso no LO ( Libre Office ) podem ser encontradas em:

https://wiki.documentfoundation.org/Development/Base/FirebirdSQL

https://wiki.documentfoundation.org/Documentation/FirebirdMigration

 

Conclusão:

Mais um sinal que Java esta perdendo terreno, e a LibreOffice da um passo a frete para se afastar dessa solução.

 

#susviela

 


 

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O Manifesto Cripto Anarquista

O Manifesto Cripto Anarquista – Timothy C. May

“Timothy C. May, mais conhecido como Tim May, foi um técnico e escritor político norte-americano,  um engenheiro eletrônico e cientista sênior da Intel no início da história da empresa. Foi um dos precursores do cripto-anarquismo no mundo moderno e foi também quem escreveu ” O Manifesto Cripto Anarquista”, leitura “meio” que obrigatória a todas as novas gerações de ciber-ativistas.”
(+)1951 (-) 15/Dez/2018

[ Cypherpunks of the World ] – Ciferpunks do mundo,

Vários de vocês na reunião “ciferpunks físicos” de ontem no Vale do Silício pediram que mais material aprovado nas reuniões fosse acessível eletronicamente aos leitores de toda a lista de ciferpunks, espiões, intrusos e assim por diante.

Aqui está o “Anarchist Crypto Manifesto” que eu li em setembro de 1992 na reunião da fundação. Suas origens remontam a meados de 1988 e foram distribuídas para alguns tecno-anarquistas na conferência “Crypto ’88” e novamente na “Hackers Conference” daquele ano. Mais tarde eu dei palestras em Hackers sobre isso em 1989 e 1990.
Há algumas coisas que eu gostaria de mudar, mas por razões históricas vou deixar como está. Alguns dos termos podem ser desconhecidos para você … Espero que o Glossário de Criptografia que acabei de distribuir seja útil.

(Isso deve explicar todos os termos enigmáticos do meu assunto!)

–Tim May

========

O manifesto criptoanarquista

Um espectro está emergindo no mundo moderno, o espectro da anarquia criptográfica.

A ciência da computação está à beira de fornecer a habilidade de indivíduos e grupos de se comunicar e interagir uns com os outros de uma maneira totalmente anônima. Duas pessoas podem trocar mensagens, fazer negócios e negociar contratos eletrônicos, nunca conhecendo o nome autêntico ou a identidade legal do outro. As interações nas redes serão inatingíveis, graças ao uso prolongado de reencaminhamento de pacotes criptografados em máquinas à prova de adulteração que implementam protocolos criptográficos com garantias quase perfeitas contra qualquer tentativa de alteração. Reputações serão de importância crucial, muito mais importante em lidar com as classificações de crédito de hoje. Esses desenvolvimentos alterarão completamente a natureza da regulamentação governamental, a capacidade de tributar e controlar as interações econômicas, a capacidade de manter as informações em segredo e até mesmo alterar a natureza da confiança e da reputação.

A tecnologia para esta revolução (e certamente será uma revolução social e econômica) existiu em teoria durante a última década. Os métodos são baseados em criptografia de chave pública, sistemas de teste de conhecimento zero interativos e vários protocolos de software para interação, autenticação e verificação. O foco até agora tem sido em conferências acadêmicas na Europa e nos EUA, conferências monitoradas de perto pela National Security Agency. Mas apenas recentemente redes de computadores e computadores pessoais alcançaram velocidade suficiente para tornar as ideias viáveis na prática. E os próximos 10 anos trarão velocidade extra suficiente para tornar essas ideias economicamente viáveis e, em essência, imparáveis. Redes de alta velocidade, ISDN, cartões inteligentes, satélites, transmissores Ku-Band, computadores pessoais multi-MIPS e chips de criptografia agora em desenvolvimento serão algumas das tecnologias capacitadoras.

O Estado tentará, é claro, adiar ou impedir a disseminação dessa tecnologia, citando preocupações com a segurança nacional, o uso dessa tecnologia por traficantes de drogas, evasores fiscais e temores de desintegração social. Qualquer uma dessas preocupações será válida; a criptoanarquía permitirá a livre comercialização de segredos nacionais e a comercialização de materiais ilícitos e roubados. Um mercado anônimo de computadores permitirá até mesmo o estabelecimento de mercados horríveis de assassinato e extorsão. Vários elementos criminosos e estrangeiros serão usuários ativos da CryptoNet. Mas isso não impedirá a disseminação da anarquia criptográfica. A anarquia criptográfica, combinada com mercados emergentes de informação, criará um mercado líquido para qualquer material que possa ser colocado em palavras e imagens. E da mesma forma que uma invenção aparentemente menor como o arame farpado possibilitou a vedação de grandes fazendas e fazendas, alterando para sempre os conceitos de terra e direitos de propriedade nas fronteiras do Ocidente, assim também a descoberta aparentemente menor de um ramo arcano da matemática se tornará o alicate que desmonta o arame farpado em torno da propriedade intelectual.

Levante-se, você não tem nada a perder, exceto suas cercas de arame farpado!

Fonte / Textto Original:

https://activism.net/cypherpunk/crypto-anarchy.html

Mais informação em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Criptoanarquismo
https://www.youtube.com/watch?v=Ch8Xp1BgR48
http://www.criptomoedasfacil.com/autor-do-manifesto-cripto-anarquista-morre-aos-67-anos/

 

Conclusão:

Timothy C. May, foi tão importante, quanto Satoshi Nakamoto,  para a tecnologia usada nas criptomoedas, e portanto nada mais justo que tentar homenageá-lo com a reprodução de um dos seus textos mais inspirador.

 

#susviela

 


 

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Classes C++ [ Básico ]

Um exemplo básico para quem está começando a desenvolver e procura algum texto sobre programação orientada a objetos POO, nesse exemplo com a linguagem de programação C++.
Se você chegou aqui e vai continuar a ler o texto, vou assumir que você sabe o mínimo da linguagem de programação C, ou C++.

Code Block - c++

Code Block – c++

O exemplo foi testado com:
Code::Blocks 17.12! 
Baixe aqui==> http://codeblocks.org/downloads/binaries

1) Crie um projeto novo, escolha “Console applications” de um nome para seu projeto e salve;

2) No menu File / New / Classe  (coloque o nome para sua classe ) essa IDE já vai criar para você dois arquivos <nomeClasse.h> e <nomeClasse.cpp>

3) No exemplo abaixo eu escolhi o nome Ciente

Altere os três arquivos gerados pelo conteúdo dos exemplos abaixo:

 

I ) Arquivo: Cliente.h

/*
** No arquivo [nomeclasse.h] criamos
** as definições da nossa classe
** métodos e atributos da mesma.
** Em um projeto C++ normalmente esse
** arquivo fica em uma pasta [include\]
**
** #Susviela
**
*/
#ifndef CLIENTE_H
#define CLIENTE_H

#include <string>
using namespace std;

class Cliente
{
    public:
        Cliente();
        virtual ~Cliente();

        void setNome(string nome);
        string getNome();

        void setEmail(string email);
        string getEmail();

        void setIdade(int idade);
        int getIdade();

        void setSaldo(float saldo);
        float getSaldo();

    protected:

    private:
        string  nome;
        string  email;
        int     idade;
        float   saldo;
};

#endif // CLIENTE_H

 

II) Arquivo: Cliente.cpp

/*
** O desenvolvimento dos métodos
** é codificado no arquivo
** nomeado [nomedaclasse.cpp] que
** normalmente fica em uma pasta [src\]
**
** #Susviela
**
*/
#include "Cliente.h"

Cliente::Cliente() {  // o construtor por default tem o mesmo nome classe

    this->nome  = "Sem nome";
    this->email = "Sem email";
    this->idade = 0;
    this->saldo = 0.00;
}

Cliente::~Cliente() { // e o  destrutor por default tem o mesmo nome classe com um ~ antes
    //dtor
}
void Cliente::setNome(string nome ){
    this->nome = nome;
}
string Cliente::getNome(){
    return this->nome;
}

 

III) Arquivo: main.cpp

/* 
** Programa principal
**
** #Susviela
*/
#include <iostream>

using namespace std;

#include "Cliente.h"

int main(){
    Cliente oCliente;   // cria/instancia  um objeto oCliente

    cout << "Nome cliente: " << oCliente.getNome() << endl;

    oCliente.setNome("Carlos Susviela");

    cout << "Nome cliente: " << oCliente.getNome() << endl;

    return 0;
}

 

Uma breve explicação:

I) No arquivo [Cliente.h] criamos as definições, com os métodos e atributos da nossa classe, onde os métodos tem visibilidade pública e os atributos são privados da classe, ou seja só de dentro da classe eles podem ser manipulados;

II) No arquivo [Cliente.cpp] é onde desenvolvemos nossa classe, ai vamos codificar os nossos métodos que interagem com a nossa classe.
Veja que o método construtor por padrão leva o mesmo nome da classe, ai é o local de inicializar algum atributo se for necessário.

Cliente::~Cliente()
O método destrutor é por padrão o nome da classe com um [~] antes do mesmo, esse método é chamado automaticamente quando a classe não será mais utilizada ( quem sabe, seria um bom local para encerrar a conexão com o banco de dados ? )  ;

III) Esse é o nosso programa em C++ propriamente dito onde geralmente colocamos a função main.
Veja que eu instanciei o objeto com a sintaxe padrão do C/C++ ou seja:

int idade ( define a variável idade como inteira )

Cliente oCliente (define o objeto como uma instância da classe Cliente;

Na primeira linha:

cout << "Nome cliente: " << oCliente.getNome() << endl;

Como o método getNome retorna o valor padrão que eu defini na classe, por isso deve imprimir no terminal  [ Nome cliente: Sem Nome ]

Já nas linhas seguinte :

oCliente.setNome("Carlos Susviela");

cout << "Nome cliente: " << oCliente.getNome() << endl;

O método setNome inclui um valor ao atributo nome e ao ser solicitado o valor do atributo com o método getNome()  já temos o novo valor;

 

Conclusão:

Esse texto é só uma pincelada nesse tema muito importante para quem está estudando programação e tem apenas a pretensão de servir como ajuda. Dúvidas, críticas construtivas  ou correções, sinta-se a vontade em contactar comigo.

 

#susviela

 


 

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Agilizar pesquisas na Web com o Google

Pesquisar na web com o Google

Pesquisar na web com o Google

As vezes até no próprio buscador é difícil encontrar essa ajuda, então fica aqui a dica, pesquisar na web/internet com Google pode ser mais produtivo seguindo essas orientações do próprio site:
É possível usar símbolos ou palavras na pesquisa para tornar os resultados mais precisos.

A Pesquisa Google geralmente ignora pontuações que não façam parte de um operador de pesquisa.
Não coloque espaços entre o termo de pesquisa e o símbolo ou palavra. Uma pesquisa por site:nytimes.com funcionará, mas por site: nytimes.com não.

Técnicas de pesquisa comuns

Pesquisar em redes sociais

Coloque @ antes de uma palavra para pesquisar em redes sociais. Por exemplo: @twitter.

Pesquisar um preço

Coloque $ antes de um número. Por exemplo: câmera $400.

Pesquisar hashtags

Coloque # antes de uma palavra. Por exemplo: #desafiodogelo

Excluir palavras da pesquisa

Coloque – antes de uma palavra que você queira deixar de fora. Por exemplo, velocidade do jaguar -carro

Pesquisar uma correspondência exata

Coloque uma palavra ou frase entre aspas. Por exemplo, “prédio mais alto do mundo”.

Pesquisar caracteres curinga ou palavras desconhecidas

Coloque um * na palavra ou frase onde você deseja deixar um marcador. Por exemplo, “maior * do mundo”.

Pesquisar dentro de um intervalo de números

Coloque .. entre dois números. Por exemplo, câmera $50..$100.

Combinar pesquisas

Coloque “OR” entre cada consulta de pesquisa. Por exemplo, maratona OR corrida.

Pesquisar um site específico

Coloque “site:” antes de um site ou domínio. Por exemplo, site:youtube.com ou site:.gov.

Pesquisar sites relacionados

Coloque “related:” antes de um endereço da Web que você já conhece. Por exemplo, related:time.com.

Ver detalhes sobre um site

Coloque “info:” antes do endereço do site.

Ver a versão em cache do Google de um site

Coloque “cache:” antes do endereço do site.

 

#susviela
Fonte:
https://support.google.com/websearch/answer/2466433?p=g_punctuation&hl=pt-BR

 


 

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Ambiente de desenvolvimento Web [ NetBeans ]

Leia o Tutorial que prepara o ambiente de desenvolvimento web  : Clique aqui…

Ubuntu Server + Posgresql + Apache + PHP 7 + servidor FTP (proftpd) + phppgadmin

A instalação de um editor de textos ou uma IDE para desenvolvimento web, é um gosto muito pessoal. Fica a dica, o melhor editor / IDE é aquele que você produz mais.  Eu gosto do NetBeans para desenvolvimento web.

IDE NetBeans ( https://netbeans.org/downloads/ )

 

Passo 1 : Instalando a IDE NetBeans

Bom essa instalação deve ser feita na sua máquina de desenvolvimento e não no servidor Ubuntu onde instalamos o ambiente de desenvolvimento, pode ser inclusive uma maquina Windows sem problemas nenhum.

Na página de download do NetBeans escolha PHP / x86 ou x64

No SO Linux, o arquivo do instalador tem a extensão .sh.
Nessas plataformas, é preciso criar os arquivos executáveis do instalador usando este comando:

chmod +x <installer-file-name>

Digite:

./<installer-file-name> para executar o instalador.

P. Ex.:
$   chmod +x netbeans-8.2-php-linux-x64.sh
$  sudo ./netbeans-8.2-php-linux-x64.sh

Iniciando instalação NetBeans Ubuntu

Iniciando instalação NetBeans Ubuntu

 

Alguns minutinhos depois sua IDE já está instalada e agora só começar a programar, PHP, HTML, Postgresql e demais recursos que você preferir.

IDE NetBeans PHP, instalada no Ubuntu

IDE NetBeans PHP, instalada no Ubuntu

 

Passo 2 : Personalizando sua IDE NetBeans (Opcional )

Eu particularmente gosto do plugin : Look And Feel – Dracula
Basta clicar em Ferramentas / plugins e escolher entre os muitos disponíveis

Veja o visual da minha IDE depois da instalação desse plugin.

Plugin NetBeans: Dracula - Look And Feel

Plugin NetBeans: Dracula – Look And Feel

 

Se você chegou até aqui, vai ganhar mais um bônus:

Acesse a pasta /usr/share/applications/  e clique no ícone do NetBeans com o botão direito do mouse selecione copiar, depois clique na sua Área de Trabalho do Ubuntu e novamente com o botão direito do mouse selecione colar, no ícone que aparece dê dois cliques e confirme, pronto você aprendeu a criar ícones na sua Área de Trabalho.

 

 

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Fontes:

https://netbeans.org/community/releases/82/install_pt_BR.html

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Ubuntu Server 18.04 -Ambiente de desenvolvimento VI [ phppgadmin ]

Leia Parte V : Clique aqui…

Ubuntu Server + Posgresql + Apache + PHP 7 + servidor FTP (proftpd) + phppgadmin

Continuando com nosso tutorial agora vamos instalar em nosso servidor de desenvolvimento web o phppgadmin ( http://php.net/)

 

Passo 1 : Instalando o phppgadmin

O phppgadmin é opcional e pode ser instalado assim:

$ sudo apt install phppgadmin

Como sempre a instalação bem fácil no linux, vamos fazer algumas configurações no arquivo config.inc.php ;

$ cd /etc/phpphadmin
$ ls
$ sudo cp config.inc.php config.inc.php.bkp (A tradicional cópia)
$ sudo nano config.inc.php

No editor vamos localizar as seguintes linhas

$conf[‘extra_login_security’] = true; (+- linha 93)
$conf[‘owned_only’] = false; (+- linha 99)

mude para:

$conf[‘extra_login_security’] = false;
$conf[‘owned_only’] = true;

Salve as alterações com CTRL+O e saia com CTRL+X

Passo 2 : Agora precisamos configurar o Apache com o phppgadmin.

$ cd /etc/apache2/conf-available/
$ sudo cp phppgadmin.conf phppgadmin.conf.bkp
$ sudo nano phppgadmin.conf

Comente a linha Require local colocando um # na primeira coluna
e vamos liberar o acesso a todos da nossa rede
escrevendo na linha abaixo do seu comentário

Allow From all

Salve as alterações com CTRL+O e saia com CTRL+X

Reinicie os serviços com as instruções abaixo, ou reinicie o servidor.

$ systemctl restart postgresql
$ systemctl restart apache2

Agora se você digitar no seu browse em sua rede local http://IP_servidor/phppgadmin você poderá gerenciar o seu SGBD PostgreSql via Browse.

phppgadmin rodando no servidor

phppgadmin rodando no servidor

 

 

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Fontes:

https://www.digitalocean.com/community/tutorials/how-to-install-the-apache-web-server-on-ubuntu-18-04

https://websiteforstudents.com/apache2-with-php-7-1-support-on-ubuntu-18-04-lts-beta-server/

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