Ubuntu Server 17.10 + PostgreSql + Apache + PHP 7 + servidor FTP (proftpd)

Ubuntu Server 17.10 + Posgresql + Apache + PHP 7 + servidor FTP (proftpd)

Hoje vamos criar uma maquina virtual ( VM ) com um ambiente para desenvolvimento web com os recursos especificados acima.

 

Pré requisitos:
– Ter o programa VirtualBox ( https://www.virtualbox.org/wiki/Downloads ) instalado na sua máquina
– Baixar o Ubuntu Server 17.10 64 bit ( https://www.ubuntu.com/download/server )
– Opcional – Baixar o Cliente FTP Filezilla ( $ sudo apt install filezilla )

 

Passo 1: Instalando o Ubuntu Server 17.10 64 bit no Virtualbox

No VirtualBox, clique em NOVO
Coloque um nome para identificar seu servidor na VM, não é o nome do servidor no Ubuntu ainda.
Escolha Linux
Versão: Ubuntu (64 bit)

Instalando Ubuntu Server 17.10 no VirualBox

Instalando Ubuntu Server 17.10 no VirualBox

O tamanho da memória pode ficar em 1024 Mb
O disco pode ser de 10GB

Ao clicar em concluir a sua maquina virtual aparece como desligada antes de ligar vamos fazer algumas configurações.

a) Em Maquina/configurações: Desmarque [ ]-Habilitar Áudio;
b) Inicialmente deixe a Rede/Lan em modo NAT para termos acesso a internet e baixar as atualizações do Ubuntu Server
c) Em Armazenamento DRIVER Ótico, selecione a imagem que você baixou veja os pré requisitos;

Configure o nome do servidor e o seu usuário.

 

Detalhes de como instalar / configurar o seu servidor:
Veja uma versão anterior desse tutorial
( https://susviela.wordpress.com/2017/04/23/ubuntu-server-17-ssh-samba-postgresql-apache-php-parte-i/ )

Inicie o seu servidor e atualize.

$ sudo apt-get update

Ubuntu Server 17.10 instalado e atualizado

Ubuntu Server 17.10 instalado e atualizado

 

Vamos precisar definir um IP estático para nosso servidor, isso é feito de forma um pouco diferente das versões anteriores do Ubuntu.
O arquivo de configuração de rede tradicional /etc/network/interfaces não é mais usado.

Desligue o servidor

$ poweroff

Mude a configuração no VirtualBox da placa de rede para Bridge

 

$ cd /etc/netplan/
$ sudo cp 01-netcfg.yaml  01-netcfg.yaml.bkp
$ sudo nano 01-netcfg.yaml

Atenção: a identação do texto é importante

Para reiniciar sua rede:

$ sudo netplan generate
$ sudo netplan apply

 

Agora vamos editar o arquivo hosts

$ cd /etc
$ sudo cp hosts hosts.bkp
$ sudo nano hosts

Mude o endereço IP do seu servidor e o nome se for necessário:

Editando arquivo hosts Ubuntu 17.10

Editando arquivo hosts Ubuntu 17.10

depois digite:

$ echo nomeseuserver> / etc / hostname

$ hostname nomeseuserver

reinicie seu servidor, faça login e digite:

$ ifconfig

tem que aparecer o IP-4 com o endereço que você definiu.

Abra um terminal no seu computador e pode pingar no seu servidor para testar: Veja imagem.

Servidor Ubuntu configurado

Servidor Ubuntu configurado

Fonte: https://www.howtoforge.com/tutorial/ubuntu-minimal-server-install/2/

 

Dica: Se após usar um endereço IP fixo a atualização do seu Ubuntu ficar lenta, faça o seguinte:

Podemos priorizar a resposta de resoluções de DNS IPv4 através do arquivo gai.conf (basta remover o comentário que antecede a linha)

$ sudo nano /etc/gai.conf

precedence ::ffff:0:0/96 100

Fonte: http://linuxfirewall.com.br/linuxwp/instalacao/ipv6-desabilitar-ou-nao/

 

Uma vantagem em usar o VirtualBox é que você pode desligar a maquina salvando o seu estado atual (exatamente como se fosse um notebook) basta clicar no X na janela onde a VM está rodando. Outra vantagem é que você pode exportar essa VM para um outro computador, e até um outro SO.

O melhor mesmo é desligar o servidor.

Feito isso já temos o servidor Ubuntu instalado e atualizado.

 

Passo 2: Instalando Postgresql

$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install postgresql postgresql-contrib

Tem algumas configurações que devem ser feitas no SGBD PostgreSql veja o link.
Detalhes como instalar configurar o SGBD PostgreSql:
https://susviela.wordpress.com/2017/04/23/ubuntu-server-17-ssh-samba-postgresql-apache-php-parte-v/

 

Passo 3: Instalando Servidor Web Apache

$ sudo apt-get install apache2

Feito isso o servidor web já pode ser acessado na sua rede com o endereço IP que você definiu para o servidor, digite no seu navegador: http://192.168.1.99 (esse foi o endereço que eu defini para o meu servidor) ou ainda pode usar nome que você definiu http://saudadeonline/  (esse foi o nome que eu defini )

 

Passo 4: Instalando o PHP

$ sudo apt-get php
$ sudo apt-get install php7.1-xml

( PDO para o PHP/Postgresql – se você achar necessário )

$ sudo apt-get install php7.1-pgsql

 

Se por algum outro motivo, você precisar fica a dica abaixo;

——[Dica-1: Editando o arquivo php.ini ]—–

$ cd /etc/php/7.1/apache2
$ sudo cp php.ini php.ini.bkp
$ sudo nano php.ini

Salve o arquivo CTRL+O e saia CTRL+X

——[Fim da dica]—–

Mais detalhes sobre uma instalação PHP em:

( https://susviela.wordpress.com/2017/04/25/ubuntu-server-17-ssh-samba-postgresql-apache-php-parte-vii/ )

 

Passo 5:  Instalando Servidor FTP (proftpd)

$ sudo apt-get install proftpd

após a instalação vamos configurar.

$ cd /etc/proftpd/
$ sudo cp proftpd.conf proftpd.conf.bkp
$ sudo nano proftpd.conf

a) Localize “ServerName”, por volta da linha 15, e altere o nome “Debian” para o nome do seu servidor de FTP.

b) Agora procure pelo Item “User” aproximadamente na linha 68.
O nome de usuário padrão é o proftpd, e o grupo está como “nogroup”

– altere os dois, sugestão: [seu usuario] e o grupo [ftp]

Gravar e sair do nano (CTRL+O / CTRL + X)

Vamos criar o grupo ftp

$ sudo addgroup ftp
$ sudo addgroup [seu usuario] ftp

Como instalamos o servidor web Apache temos que der permissão para o usuario escrever na pasta

$ sudo chown -R 777 /var/www/html

Pronto você já pode acessar seu servidor web via FTP.

Servidor FTP Proftpd no Ubuntu

Servidor FTP Proftpd no Ubuntu

 

Fontes:
http://www.cleuber.com.br/index.php/2014/09/08/criando-servidor-de-ftp-facilmente-no-ubuntu-14-04-com-proftp

https://www.tecdicas.com/20/como-criar-um-servidor-ftp-no-ubuntu-debian

 

 

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Minerar BitSend (BSD) Ubuntu 17.10

Como minerar a criptomoeda BitSend (BSD) usando apenas a sua CPU, com o sistema operacional Ubuntu 17.10.

Uma das características dessa moeda é o algorítimo xevan, o que facilita o uso de CPUs para resolver os cálculos de criptografia, uma das poucas que ainda é considerada rentável para esse tipo de mineração, por esse motivo escolhi ela para esse texto.

Vou considerar que você já instalou o seu SO Ubuntu e que tem noção básica de comandos no terminal Linux, um pouco de conhecimento sobre criptomoedas também é necessário.

Passo-1:
Compilando e testando o Minerador CPUMINER-MULTI / Ubuntu 17.10

$ sudo apt-get update
$ sudo apt install git

$ sudo apt-get install automake autoconf pkg-config libcurl4-openssl-dev libjansson-dev libssl-dev libgmp-dev make g++

$ git clone https://github.com/tpruvot/cpuminer-multi.git

$ ls -al

#compilando
$ cd cpuminer-multi/
$ ./build.sh

#testar se está tudo OK
$ ./cpuminer –help

Uma imagem parecida com essa abaixo, deve ser o resultado :

Help do programa cpuminer no Ubuntu 17.10

Help do programa cpuminer no Ubuntu 17.10

Agora já temos o programa de mineração e podemos começar.

 

Passo-2:
Minerando a criptomoeda BitSend (BSD)

BITSEND (BSD) – Mineração pela CPU na  Pool SUPRNOVA
(que no momento que escrevo esse texto é uma das que tem essa moeda, BSD, disponível para mineração).

Link da pool: https://bsd.suprnova.cc/index.php

Abra o seu terminar do Linux no Ubuntu e digite:

$ cd cpuminer-multi/

./cpuminer -a xevan -o stratum+tcp://bsd.suprnova.cc:8686 -u user.work -p senha -t 2

Obervação: Parâmetros
-u user.work (nome do usuário na pool, ponto e o nome do trabalhador)
-p senha ( senha do work / trabalhador )
-t 2 (opcional indica o número de núcleos do seu processador que o programa deve usar, se omitido usa todos )

Minerando BitSend (BSD) no ubuntu

Minerando BitSend (BSD)

Uma imagem parecida com essa acima indica que você já está minerando essa criptomoeda.

 

Atualização: 29/out/2017

Se você quiser minerar Monero (XMR) na pool Minergate usando CPU no S.O. Ubuntu, basta abrir o terminal Linux e digitar as seguintes linhas de comando:

$ cd cpuminer-multi/

$ ./cpuminer -a cryptonight -o stratum+tcp://xdn-xmr.pool.minergate.com:45790 -u trabalhadoronline0000@gmail.com -p x

* Troque para seu e-mail na Minergate.

– – // —

 

Fonte de informação/pesquisa:
https://github.com/tpruvot/cpuminer-multi ( baixar minerador )
https://github.com/tpruvot/cpuminer-multi/blob/linux/README.md
https://www.youtube.com/ watch? v=JfiYOES3zL4
https://www.youtube.com/ watch? v=CfQg6NqjnE0

Sobre a moeda BSD

Carteira / Wallet  – Eu usei na pool suprnova uma carteira da Exchange Bittrex

https://chainz.cryptoid.info/bsd/ (blockchain explorer)

Quer saber quanto vale esse moeda, clique aqui.

 

 

 

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Software Livre: Liberdade ou Prisão?

O texto abaixo não é de minha autoria, mas reproduzo aqui para servir de base para uma discussão  sobre software livre.

Em uma parceria com a “Unix Universe” vou reproduzir alguns textos, aqui no nosso Blog, quero desde já agradecer a autorização para a reprodução desses conteúdos.


 

# Unix Universe – Análise Opinativa #
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> Software Livre: Liberdade ou Prisão? <
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Vocês, nobres usuários do linux e conhecedores do software livre, sabem que o software livre pode ser sinônimo de liberdade; mas será que você não é refém dessa filosofia de liberdade?
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Sabemos que a filosofia do software livre prega as seguintes “regras”:
.
1ª liberdade: A liberdade de executar o software, para qualquer uso.
2ª liberdade: A liberdade de estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades.
3ª liberdade: A liberdade de redistribuir cópias.
4ª liberdade: A liberdade de melhorar o programa e de tornar as modificações públicas de modo que a comunidade inteira beneficie da melhoria.
.
Não nego que estas 4 liberdades são fundamentais e importantes, no entanto, são essas as únicas liberdades que o software livre nos “impõe”.
Existem pessoas que levam estas 4 liberdades a ferro e fogo.
Sem desmerecer ninguém, um sistema 100% livre funciona para essas pessoas.
Livre de drivers proprietários (usando Nouveau em GPU NVIDIA por exemplo) ou ainda livre de softwares como o browser Mozilla Firefox, que apesar de parcialmente código aberto, possui licença restritiva. Adicionalmente, os pacotes de software da Mozilla Foundation incluem logos, ícones, a palavra “Mozilla”, e referências a outras marcas.
.
A fundação Mozilla utiliza a seguinte política para restringir a redistribuição: a obrigação de inclusão de citação do autor, de forma similar à “obnoxious advertising clause” (cláusula de propaganda detestável, como era chamada pelo projeto GNU) das primeiras versões da licença BSD; e a impossibilidade de menção quando determinado projeto é derivado de qualquer versão da suíte Mozilla, do Firefox ou softwares relacionados. Por essas e outras, nem o Firefox dito Livre escaparia dessa política.
.
Mas por que funciona para essas pessoas? Provavelmente porque usam aplicações básicas que existem entre as ferramentas GNU e que atendem as suas necessidades, ou porque provavelmente estas pessoas tem um computador bom mas que não jogam, porque não gostam mesmo, simples assim.
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Eu não tenho nada contra o software livre. Nada. Se o usuário quer usar um sistema como o GNU/Linux Trisquel totalmente gratuito, livre e open souce, isso é um direito dele.
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O que mais me perturba são os ataques e a falta de respeito de alguns membros dessa mini organização fanática pelo GNU, em seu mundo onde pregam que todos tem que usar ferramentas GNU somados ao Kernel Linux Libre, onde não constam nenhum tipo de software considerados por eles “não livres”. Caso você esteja usando Ubuntu por exemplo, que tem um Kernel cheio de drivers proprietários, já está ferindo a 4° liberdade de que não poderá tentar melhorar estes drivers proprietários que constam no Kernel. Se eu sou um mero usuário, modificar esses drivers está longe do meu interesse.
.
# GNU/Linux: Por que?! #
.
Resumidamente o Linux é o Kernel e o GNU são as ferramentas que, somadas ao Kernel formaram o Sistema Operacional, no entanto o Linux não precisa necessariamente das ferramentas GNU para rodar, da mesma maneira que os softwares GNU independem do Kernel.
Por isso não vejo necessidade de chamar o sistema de Linux e não GNU/Linux, não estou menosprezando o pessoal do GNU, apenas não chamo de “liberdade” seguir 4 regras o tempo todo, penso que me “prender” a 4 regras não é nem de longe ser livre! Acho legal demais estas 4 liberdades, todo software deveria te-las, mas nunca as segui ao pé da letra.

# Minha distribuição é a melhor! #
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Isso ainda é um incômodo problema… e como incomoda!
Uma enorme vantagem dos sistemas Linux, e talvez este seja seu calcanhar de Aquiles, é o fato deste ter uma centena de versões diferentes que são popularmente conhecidas como distribuições.
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Mas afinal qual a melhor?
Eu te respondo, por experiência pessoal, que não existe a melhor.
A melhor é aquela que atende suas necessidades.
Tem quem vai se dar bem com o Gentoo, outros preferirão o Manjaro, tem quem ame o Ubuntu, outros preferem o Debian, não existe tempo ruim. Todos tem em comum o fato de serem Linux. E tal qual deveriam receber tratamento e respeito igual entre os membros dos diversos grupos dessa enorme internet.
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Sou um novato do mundo Linux.
Sim, um mero novato nesse universo. Conheço o sistema a apenas 2 anos, a 1 ano utilizando somente Linux como sistema principal e já me sinto importante o suficiente pra “sentar na janela”; criar conteúdo, comentar, criei essa página… Tento ensinar muita coisa a todos da mesma maneira que aprendo também. É raro um post tutorial que eu não tenha testado o comando pessoalmente.
.
Mesmo com bagagem suficiente pra manter uma página que fala de todos os sistemas baseados em UNIX, ainda tenho muito o que evoluir como usuário de linux, como pessoa. Eu mesmo sou um exemplo de quem tem grande orgulho por usar o Linux e tem dificuldade de lidar com pessoas com opinião diferente da minha, principalmente quando falam que tal distro é melhor que a minha.
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Não culpo ninguém aqui, essa história vai longe. Existem dezenas de distros Linux e cada uma tem um alvo. E tem aquela que se encaixa como uma luva para você, sanando todas as suas necessidades cotidianas e sendo a “melhor distro de todas”.
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# Grupos de Linux no Facebook #
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Na verdade esta parte complementa o subtítulo anterior!
Como dono da UNIX Universe e produtor de conteúdo, preciso sempre estar aberto a novas ideias para produção de tutoriais, notícias, análises e etc.
Realmente existem muitos bons grupos e usuários avançados com muita experiência para promover conteúdo e ajudar os novatos.
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No entanto, existem aqueles grupos que colocam uma determinada distribuição que usam como a melhor, aquela que não tem defeitos, a toda poderosa (a “deusa” das Distribuições Linux). Estes grupos não permitem que se fale em outra distribuição e nem divulgação de algum material, mesmo que este material englobe o Linux em si.
Já recebi má resposta de grupos específicos de usuários metidos a entendedores que não admitem um conteúdo mediano mas que prezam somente conteúdos super avançados vindas de usuários de distribuições pouco amigáveis como o Gentoo ou o LFS.
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Existem postagens que são para qualquer Distribuição Linux, como por exemplo posts sobre formatação, configuração de partições, instalação de pacotes binários ou mesmo compilados… “Mas não! Aqui é um grupo de Fedora, não pode divulgar esse tutorial de instalação de um kernel pré compilado em .deb porque você usa Debian!” E isso, que eu citei o kernel .tar.gz no tutorial, era pro post englobar todos os usuários.
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# Considerações finais #
.
Não fiz esse post com a pretensão de desmerecer os mais diversos tipos de usuários citados ao longo do texto. Eu apenas expus uma opinião, esta é uma Análise Opinativa. Para mim, não existe uma liberdade se estou me prendendo a 4 regras filosóficas que mais valem na teoria do que na prática; eu quero copiar o Linux, distribui-lo, modifica-lo, divulga-lo; no entanto, quero jogar, escutar meu .mp3 (que não é mais proprietário), usar Google e seus softwares, usar driver Nvidia porque o Noveau é ruim para jogos. Quero ser um usuário livre pra escolher sob quais softwares livres e não-livres eu vou basear minha vida virtual.
Da mesma maneira que eu quero ser livre pra falar de linux e não receber críticas, sofrer “bullying” pela distribuição que escolhi como minha favorita.
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Respeito você usuário puritano e respeito você que acredita que sua distribuição mais “pura” é a melhor. Acredite ou não, eu sou Livre e também uso Software proprietário, dentro da lei todos os meu Jogos eu comprei!
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Existe esse orgulho, essa necessidade constante de se sentir aceito num seleto grupo de usuários, ser um “floquinho de neve, panda, comedor de Nutella” do Tumblr; ser um barbudo, com óculos, sem vida social, que ama compilar módulos e kérneis para matar o tempo enquanto usa somente o Terminal.
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Faça o que acredita ser certo, respeitando a ideia de verdade do outro.
Quando você se olha no espelho, você vê a sua verdade e não a do próximo, queira ou não, sua verdade não é única.
Seja Livre e use o linux que quiser, da maneira que quiser. Seja ele literalmente composto de software livre ou não.
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A verdadeira liberdade, está em poder escolher.
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Fontes:
Como Richard Stallman usa a internet:
https://www.manualdousuario.net/richard-stallman-computador/
Licença do Firefox:
https://pt.wikipedia.org/…/Licen%C3%A7a_p%C3%BAblica_Mozilla
.
#UNIXUniverse

 

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Solução para o WannaCry do Linux

Pesquisando sobre WannaCry e Linux encontrei esse texto e com autorização da pessoa que traduziu o mesmo para português estou publicando aqui.

Solução para o WannaCry do Linux
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Já fazem alguns dias que o caos global causado pelo WannaCry ocorreu. A falha, que era no sistema de compartilhamento de redes locais do Windows, conhecido como SAMBA, também existe no Linux que, infelizmente, herdou a falha.
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As consequências disso, para os usuários do pinguim, é que o ransomware pode invadir seu sistema via rede LAN, por um PC infectado e, como consequência, você pode ter a infelicidade de ver os arquivos da /home sendo criptografados devido a isso.
Mas a ação do vírus se resume a isso, já que os inúmeros bloqueios de permissões nativos do sistema, impedem que ele se propague para pastas delicadas como a /boot (inicio do sistema), /var (hospedagem de servidores), /etc (arquivos de programas), /lib (dependências de programas) ou mesmo /usr (arquivos de programas dos usuários).
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A solução para o problema já existe e já está nos principais repositórios das distros. Para a maioria dos usuários de Linux, um simples update resolve.
Mas para quem ainda tem duvidas, aqui vão dicas de como conferir se você está de fato seguro!
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OBS: Mesmo que você não use o samba, algumas distros, como o Ubuntu, trazem consigo nativamente os pacotes que estão com a falha. Portanto é importante dar update e, principalmente, instalar o samba, assim você fica protegido com os pacotes mais atuais.
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1) Usuários do Debian:
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Adicione a seguinte linha a sua sources.list (/etc/apt/sources.list):
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deb http://security.debian.org stable/updates main
deb-src http://security.debian.org/ stable/updates main
Então, dê update aos pacotes disponíveis:
$ sudo aptitude update
Finalmente, tenha certeza de que a versão do samba é a mesma que foi corrigida (ver imagem do post*)
$ sudo aptitude show samba
.
2) Usuários do Ubuntu e seus flavous:
.
A família Ubuntu já recebeu o Update, sendo a correção confirmada nas seguintes versões:
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17.04: samba 2:4.5.8+dfsg-0ubuntu0.17.04.2
16.10: samba 2:4.4.5+dfsg-2ubuntu5.6
16.04 LTS: samba 2:4.3.11+dfsg-0ubuntu0.16.04.7
14.04 LTS: samba 2:4.3.11+dfsg-0ubuntu0.14.04.8
.
Faça os seguintes comandos e, caso já possua o samba instalado, certifique-se de ser uma das versões acima.
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$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install samba
Conferindo a versão:
$ sudo apt-cache show samba
.
3) CentOS/RHEL 7
.
A versão patcheada é a samba-4.4.4-14.el7_3.
Pra instala-la, faça:
.
# yum makecache fast
# yum update samba
Confira a versão:
# yum info samba
.
.
ATENÇÃO: Caso você tenha instalado o SAMBA de maneira compilada, segue abaixo como proceder. Nesse caso recomendamos que faça isso primeiramente numa máquina de teste (ou virtualmachine) antes de aplica-lo em seu servidor, por exemplo.
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Primeiramente, sacie as dependências:
.
1) Debian/Ubuntu
.
aptitude install acl attr autoconf bison build-essential \
debhelper dnsutils docbook-xml docbook-xsl flex gdb krb5-user \
libacl1-dev libaio-dev libattr1-dev libblkid-dev libbsd-dev \
libcap-dev libcups2-dev libgnutls28-dev libjson-perl \
libldap2-dev libncurses5-dev libpam0g-dev libparse-yapp-perl \
libpopt-dev libreadline-dev perl perl-modules pkg-config \
python-all-dev python-dev python-dnspython python-crypto xsltproc \
zlib1g-dev libsystemd-dev libgpgme11-dev python-gpgme python-m2crypto
.
2) CentOS/RHEL 7
.
Yum install attr bind-utils docbook-style-xsl gcc gdb krb5-workstation \
Libsemanage-python libxslt perl perl-ExtUtils-MakeMaker \
Perl-Parse-Yapp perl-Teste-Base pkgconfig policycoreutils-python \
Python-crypto gnutls-devel libattr-devel keyutils-libs-devel \
Libacl-devel libaio-devel libblkid-devel libxml2-devel openldap-devel \
Pam-devel popt-devel python-devel readline-devel zlib-devel
.
.
Pare o serviço:
$ sudo systemctl stop smbd
.
Baixe e desmarque a fonte:
$ sudo wget https://www.samba.org/samba/ftp/samba-latest.tar.gz
$ sudo tar xzf samba-latest.tar.gz
$ sudo cd samba-4.6.4
.
Você pode verificar detalhes da instalação com:
$ sudo ./configure –help
.
Com as informações do comando acima, você pode fazer a compilação:
.
$ sudo ./configure
$ make
$ sudo make install
.
Reinicie o serviço:
$ sudo systemctl restart smbd
.
Após isso, verifique a versão:
$ sudo smbstatus –version
Essa versão deve ser o valor 4.6.4.
.
Considerações finais:
.
Se por algum motivo você estiver usando uma versão não suportada do sistema e/ou ele estiver obsoleto, pode-se considerar as seguintes opções:
.
> Se o SELinux estiver ativado, você estará protegido!
> Verifique se as ações do Samba estão montadas com a opção noexec. Isso impedirá a execução de binários que residem no sistema de arquivos montado.
.
> Adicione:
nt pipe support = no
Para a seção [global] do seu arquivo smb.conf e reinicie o serviço. Você deve ter em mente que isso “pode desativar algumas funcionalidades em clientes Windows”, conforme o projeto Samba informa em seu documento.
.
Lembre-se:
O ransomware se aproveita de uma falha descoberta que acomete um software especifico no sistema GNU/Linux; Este software em questão, foi implementado de uma versão adaptada do software original do Microsoft Windows.
Se existe algum culpado por isso tudo, seja ele a NSA ou a Microsoft, a verdade é que o Linux por si só não possui esse tipo de falha em seus pacotes de software raíz. Apenas herdamos a falha do sistema concorrente ao implementar a mesma funcionalidade no GNU/Linux.
.

#UrbanCompassPony

 

Imagem Postblog

 

Agradeço ao UnixUniverse para autorização dessa publicação:

Fonte: https://www.facebook.com/UNIXUniverse/

 

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Transferindo arquivos via SSH para sua máquina virtual Linux

Eu estou usando o Ubuntu GNOME 17.04 e vou acessar uma VM (máquina virtual criada no VirtualBox) onde está instalado outro sistema operacional nesse caso um Ubuntu Server

Para que esse acesso seja realizado você precisa o SSH instalado no servidor e na sua máquina veja aqui como fazer isso.

Essa é uma forma segura e pratica de transferir arquivos entre o seu computador e o servidor (nesse caso uma VM) pois o serviço é instalado facilmente com o OpenSSH, substituindo sem nenhuma deficiência e até com vantagens servidores FTP.

Faça um teste, via terminal, copiando um arquivo para seu servidor:

$ scp  fotoluiza-img01.jpg   usuario-la-no-servidor@192.168.1.99:/home/usuario-la-no-servidor/Imagens/fotoluiza-img01.jpg

 

Na verdade isso, foi um teste inicial o melhor ainda esta por vir, e usando o FileZilla você tem um cliente gráfico (interface gráfica) para fazer essas transferências, veja:

Captura de tela de 2017-05-23 21-36-40

Eu estou usando essa solução, nos meus projetos, e estou gostando.

OBS.: Nesse exemplo, usando a senha de um usuário administrador você tem acesso a todo o servidor, o que é uma falha de segurança, em um próximo texto vamos resolver isso.

 

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Instalando Wine e o Fireworks ( Ubuntu GNOME 17.04 )

Hoje domingo resolvi instalar o Wine ( https://www.winehq.org ), um aplicativo que executa os programas do SO Windows em outros sistemas operacionais, entre eles o Ubuntu GNOME 17.04.
Vou considerar que o objetivo foi atingido, se conseguir rodar o Fireworks, porque eu ainda não me sinto confortável com as alternativas disponíveis para Linux.

O “emulador”, nem sei se pode ser chamar o Wine assim, pode ser baixado pelo site ( https://www.winehq.org/download  ),  vou usar o terminal do Ubuntu para essa tarefa, acompanhe:

Abra o terminal ( CRTL + T )  e digite:

$ sudo dpkg –add-architecture i386
$ wget https://dl.winehq.org/wine-builds/Release.key
$ sudo apt-key add Release.key
$ sudo apt-add-repository https://dl.winehq.org/wine-builds/ubuntu/
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install –no-install-recommends winehq-devel

(Aqui se você quiser pode substituir por winehq-stable para baixar a versão estável )

Dependendo da sua internet isso pode demorara pouco.

$ sudo apt-get update

E pronto já temos o Wine instalado.

Vamos testar, no terminal escreva:

$ wine notepad.exe

Um aviso mostrando que a pasta /home/<seu_usuario>/.wine esta sendo atualizada aparece e outro aviso informa que wine não pode encontrar o pacote Mono (aplicativos .NET), para uma maior compatibilidade com aplicativos windows permita a instalação do Mono, clicando em Instalar.
Ao terminar essa instação o bloco de notas do WINDOWS já deve estar rodando no seu Ubuntu GNOME.
Veja:
bloco-notas

Um outro aviso para instalar o Gecko para aplicativos com HTML, eu optei por instalar.

$ cd /home/<seu_usuario>/.wine
$ ls

O que interessa para nós a principio é o diretório drive_c, esse é o emulador do seu driver C:\ do seu Windows

$ cd drive_c
$ ls
$ cd windows

Aqui encontramos o diretório Windows de dentro dele alguns programas, incluindo ai o notepad.exe que nós executamos a pouco. Teste por exemplo o explorer.exe, sempre colocando primeiro o wine e o nome completo do programa.

$ wine explorer.exe

Ignore algumas mensagens que aparecem no terminal.

Vamos ver agora algumas configurações digite:

$ winecfg
configura-wine

Ai você pode configurar as opções do seu Wine, pastas, áudio, versão Windows, as unidades ( clicando no botão [Auto Detectar] uma letra H: por exemplo é atribuída a sua pasta /home/<seu_usuario>/ )
Um leitor de CD por exemplo pode ser disponibilizado clicando em [Adicionar] e escolhendo no seu dispositivo onde você monta a sua unidade.

Após as suas personalização só clicar em Aplicar.

Temos ainda um gerenciador de arquivos do Wine digite no terminal:

$ winefile

gerenciador-arquivos

Hehehe.. Me perdoem mas tive que dar dois cliques no iexplorer.exe e rodar no Ubuntu GNOME 17.04 o Internet Explorer.
Daqui para frente após as instalação e configuração do Wine ter sido feita com sucesso, vamos ver se consigo atingir o objetivo que era executar o Fireworks no Ubuntu GNOME.

Eu tenho uma versão “Portable” do aplicativo “Fireworks CS6 “.

Não fui muito feliz na tentativa, até rodou mas os menus não aparecem, e ao tentar abrir um arquivo um erro faz com que o programa seja encerrado.
Fireworks-nao

Mesmo assim o Wine é uma excelente opção para executar seus programas Windows em outro Sistema Operacional

Esse post ainda vai ser atualizado….

 

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Instalando o DBeaver no Ubuntu GNOME

Faça download do DBeaver no site: http://dbeaver.jkiss.org/download/

Na pasta download, dois cliques em “dbeaver-ce_4.0.6_amd64.deb” e o aplicativo vai ser instalado no seu sistema.

Ao ser executado pela primeira vez o programa já solicita informações para criar uma conexão com o seu banco de dados, no meu caso vou acessar o PostgreSQL.
Captura de tela de 2017-05-13 14-50-37

Ao clicar em [Testar a conexão] você será questionado sobre o download do PostgreSQL Drive, para o Java JDBC, após esse download e a instalação (tudo automático) a conexão é realizada.

Captura de tela de 2017-05-13 14-58-07
Clique Next / Next e pronto.

Uma detalhe que eu notei é que você conecta no seu banco de dados, diferente do pgAdmin que conecta no SGBD PostgreSQL.

Se você clicar em Tables e na aba Diagram (um diagrama do seu banco de dados é exibido).
Veja:
Captura de tela de 2017-05-13 15-31-32

Vou fazer mais uns testes, mas já gostei, considerando que o pgAdmin III, está com os dias contados e o pgAdmin 4, não me pareceu muito atrativo, essa talvez seja uma boa opção. vamos ver na prática.

 

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